23 dezembro 2006
22 dezembro 2006
20 dezembro 2006
Ainda na casa de acolhimento...DIVULGUEM.p.f.


É preciso é ter comida no prato , tudo é muito bom seja a comida de tacho ou a ração seca e até mesmo o iogurte natural do pequeno almoço.Ora compreende-se com a minha tenra idade de 3/4 meses tenho de me alimentar bem e muitas vezes.
Ah! Ainda não vos disse mas tenho um olho com sobrancelhas beges e outro olho com sobrancelhas brancas, se fosse em preto de certeza que me iriam chamar de Zorro. Felizmente esta família é muito "ajuizada"e chamam-me de Lucky e ás vezes de Pinta (diminuitivo de pintainhas, pois ando sempre atrás da galinha de acolhimento) `;0)
P.s. Tive hoje a confirmação de que a cadela não está perdida e foi realmente abandonada. Esta tarde falei com uma senhora que esteve a conversar com um "senhor"o qual lhe dizia que estava a passear com quatro lindos canitos para que as pessoas os vissem e assim talvez os adoptassem,pois a cadela mãe já não os queria amamentar e eles já se alimentavam.Passado pouco tempo já os cães andavam numa correria desenfreada e bastante desorientados. Bela acção a deste ser "humano"..................
17 dezembro 2006
16 dezembro 2006
15 dezembro 2006
12 dezembro 2006
Ruindade


08 dezembro 2006
Decadência ?

Uma das unidades confinantes com Sarilhos Pequenos, a Quinta do Esteiro Furado, tem uma relação muito directa com o aglomerado, na estrutura de caminhos rurais e nas actividades económicas assentes na exploração das salinas. Esta casa agrícola, em decadência, tem uma notável implantação, ao fundo dum pequeno esteiro, organizada em pátio, onde se destaca a capela de S. Giraldo, fundada em 1600, e uma torre, tipo senhorial abastardada, que trazem a insígnia da Ordem de Santiago, traduzindo a tutela desta Ordem sobre o território.Na sua grandiosidade, ainda hoje podemos ver o que resta do palácio, das levadas de água, do moinho de maré e do porto privado onde os produtos eram embarcados para Lisboa. (In Jornal O Rio Moita)

A pequena capela colorida tinha a maior parte dos azulejos partidos, e notava-se que tinha sido assaltada pela falta de outros tantos (foto).
Havia uma estufa onde não consegui entrar tal era o emaranhado de heras, trepadeiras e outras"velharias" que por ali estavam.
No meu passeio de hoje lembrei-me de olhar para estes lados e a destruição ,como é obvio, não parou, a palavra decadência já não serve para classificar, este estado actual já é uma grande ruína .
Quem é que consegue dar a mão a este património?
Para onde é que está destinada a ir a nossa história?
Porque não sai o euromilhões á camara da Moita?
07 dezembro 2006
Solidão

..."Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isso é carência!Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isso é saudade!
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isso é equilíbrio!
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente... Isso é um princípio da natureza!
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isso é circunstância!
Solidão é muito mais do que isso...
SOLIDÃO... é quando nos perdemos de nós mesmos e, procuramos em vão pela nossa alma!..."
05 dezembro 2006
01 dezembro 2006
Horizontes da alma, será que existem?
Horizontes grandes planos ,
não justificamos a sua grandeza,
são eles na sua imensidão
que nos dão a sua certeza.
Horizontes longínquos
inatingíveis e tão perto
ao alcance de um passo
num caminho incerto.
Domínio que se abre para o futuro
Sem que desaponte
A tua alma
O teu novo horizonte
(Lançado o mote, eis senão quanto até eu!!!!!!!)
não justificamos a sua grandeza,
são eles na sua imensidão
que nos dão a sua certeza.
Horizontes longínquos
inatingíveis e tão perto
ao alcance de um passo
num caminho incerto.
Domínio que se abre para o futuro
Sem que desaponte
A tua alma
O teu novo horizonte
(Lançado o mote, eis senão quanto até eu!!!!!!!)